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Este elevado número de pessoas deslocadas abriu caminho
a uma grave situação de emergência humanitária
que veio determinar novas prioridades de actuação
para o CATTL e para as ONG: tratava-se agora de salvar vidas,
garantir os cuidados primários de saúde e assegurar
ajuda alimentar.
Rapidamente o CATTL financiou projectos de emergência
apresentados por diversas organizações internacionais,
agências da ONU e ONG, tendo simultaneamente garantido,
logo a 16 de Setembro, a partida para o terreno da Missão
Humanitária Timor 99, composta por elementos do Serviço
Nacional de Protecção Civil e do Serviço
Nacional de Bombeiros, do Ministério da Saúde,
(a que se juntaram também funcionários de ONG,
jornalistas e demais pessoal necessário ao funcionamento
da missão).
Da parte das ONG, muito rapidamente a AMI, os Médicos
do Mundo, e a Oikos avançaram com o envio de material
de ajuda humanitária, tendo as respectivas equipas
entrado no território logo no mês de Setembro
de 1999 já com garantias de financiamento por parte
do CATTL.
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